Madana Mohana Murari”, cantado por Tomaz Lima, ao fazer parte da trilha sonora da novela “Pedra sobre Pedra”, tornou-se uma das dez músicas mais tocadas no Brasil. Foi a primeira vez na história que um mantra entrou nos meios de comunicação em horário nobre. Tomaz trouxe o encanto das músicas sagradas para o coração das pessoas que ao ouvi-lo cantar, experimentam a paz, a alegria e o consolo que essas músicas transmitem.


O mantra é uma palavra ou fórmula sagrada que funciona como um ímã para atrair vibrações espirituais. A repetição do mantra liberta a mente da escravidão aos sentidos.

Segundo os Upanishads, o Mantra origina-se no Parma Akasha, a essência eterna e imutável da qual, pela emissão do som primordial, Vach, o universo, foi criado. Os Mantras existem nesse substrato e foram descobertos pela percepção direta dos antigos ríshis, ou sábios, que os traduziram de maneira audível, em palavras, rítmo e melodia.

A tradição tântrica define o mantra como sendo shakti, ou poder, na forma de um pensamento formulado e verbalizado. Cantar mantras acompanhado de mridangam e címbalos é uma prática introduzida por Sri Chaitanya, denominada Nama Sankírtana.

 

Tomaz Lima toca pela Paz e pela preservação do meio-ambiente, no Corcovado. Foto Frederico Mendes
Opinião

“A repetição do Nome (de Deus) é o meio para se conseguir a salvação nesta era… é o melhor detergente para a mente. O Nome eliminará o véu da ilusão que oculta o universal… O Nome de Deus é o tônico mais eficaz; afastará toda a enfermidade…” Sai Baba

Deus abençoe quem, em teatros e em praças, ao vivo e em gravações, está democratizando, através de arranjos musicais de fascinante beleza, a repetição dos muitos Nomes de Deus, insistente e deliciosamente incentivando multidões com Hari Bol: “cantem o nome de Deus”.

Obrigado a um verdadeiro “Homem de Bem” pela alegria que toma conta de mim quando vejo multidões de jovens a cantar os Nomes de Rama, Vishnu, Krishna, Shiva, Maheshvara... quando os escuto a cantar Shalon, Shanti, Paz…

J. Hermógenes

Tomaz Lima na capa da revista Legato, publicada pela Yamaha, no Japão numa matéria sobre o melhor da música brasileira. Com ele, o célebre percussionista Laudir de Oliveira, que tocou nos CDs Soneto, Joy e Jóias do Mantra

Tomaz Lima foi o primeiro músico a tocar para salvar a Floresta Amazônica, no Pão de Açúcar.
Apresentou-se com orquestra na Praia do Leme pela reciclagem do lixo.
Cantou para o Dalai Lama no Aterro do Flamengo.
No Jardim Zoológico cantou mantras para as crianças com orquestra.
Tocou no Jardim Botânico, no Parque da Cidade, na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Praia do Arpoador, na Floresta da Tijuca pela preservação da Mata Atlântica, na inauguração da Praça Serzedelo Correia em Copacabana, na Praia de Ipanema, no Circo Voador, na Fundição Progresso, no Pão de Açúcar.
No Maracanãzinho apresentou-se acompanhado por orquestra sinfônica e coro em espetáculo trasmitido ao vivo para 90 países, também pela preservação da Floresta Amazônica.
Fez apresentações com orquestra de câmara no Teatro Castro Alves lotado em Salvador, com orquestra sinfônica no Teatro Nacional em Brasília, na Salla Villa Lobos, com orquestra de câmara na Sala Cecília Meireles num especial que foi transmitido pela TVE como Especial de Natal, com a Orquestra de Câmara de Blemenau, em Blumenau, com membros da orquestra sinfônica de Los Angeles e da orquestra filarmônica de San Diego, em Lake Shrine, Pacif Palisades, na Califórnia, Estados Unidos, e muito mais.
Na televisão apareceu no Fantástico, Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, RJ TV, DF TV, Sem Censura, Domingão do Faustão, nos programas do Jô Soares, Xuxa, Ana Maria Braga, Angélica, Alternativa Saúde, com Patrícia Travassos, em dois especiais de fim de ano da TV Educativa, entre inúmeros outros.
Tomaz Lima também entrou na trilha sonora da novela “Pedra sobre Pedra” com o mantra Madana Mohana Murari que se tornou na época uma das dez músicas mais tocadas no Brasil, abriu o CD da novela “Sonho Meu” e ensinou Sandy a cantar mantras em “Estrela Guia”. Foi o primeiro músico a gravar pela Som Livre um CD inteiramente de sua autoria para uma novela da Globo.
“Terezinha de Jesus”, do CD “Canções para Ninar”, entrou na trilha sonora do filme francês “Tirésia”, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes. E muito mais.
Foi também capa da revista Legato, publicada pela Yamaha, no Japão. Veja a foto acima.

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