Conforme texto original publicado em 1946
3ª Edição, 2009 1ª Edição Digital, 2012

Formato: 14 x 21cm — 528 pgs
brochura costurada com hot stamp

ISBN 13 9788587546005
Esta exata edição era o único livro que Steve Jobs, o fundador da Apple, tinha no seu iPad 2 e relia todos os anos. Traduzido por Antonio Olinto, da Academia Brasileira de Letras, e Lucia Sweet-Lima. Poesias e textos poéticos traduzidos por Luiz Carlos Lisboa, laureado com o Prêmio Jabuti de Literatura —
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3ª edição
É com grande satisfação que a Lótus do Saber anuncia o lançanto da 3ª edição deste título de importância indiscutível. 

Um livro sobre iogues escrito por um iogue
Em seu prefácio, o Professor W. Y. Evans-Wentz, de Oxford, apresenta assim a obra-ícone de Paramahansa Yogananda: “A importância da Autobiografia de um Iogue torna-se ainda maior pelo fato de ser um dos poucos livros em língua inglesa sobre os sábios da Índia escrito não por um jornalista ou estrangeiro, e sim por alguém da mesma etnia e treinamento: um livro sobre iogues escrito por um iogue”.

O que leva um livro a se tornar tão amado?
Mas a verdade é que ninguém nunca conseguiu realmente explicar o que leva um livro a se tornar tão amado pelo público do mundo inteiro, atravessando décadas como uma das obras mais populares sobre um assunto que, em princípio, teria apelo apenas para os iniciados.

Uma reação em cadeia
O "Autobiografia de um Iogue" é frequentemente adquirido por leitores que, depois de terem lido e relido o seu próprio exemplar várias vezes, transformaram em hábito o ato de presentear amigos e parentes com a última edição. Depois de ler o livro, o novo leitor acaba invariavelmente repetindo o ritual, numa espécie de reação em cadeia em que todos acabam se referindo a essa obra fundamental da busca pelo auto-conhecimento como um dos livros mais marcantes de uma vida inteira de leituras. "Autobiografia de um Iogue" é o tipo do livro que dispensa apresentação.

Edição com valor histórico
A Editio Princeps, que a Editora Lótus do Saber publicou em 2007 (e em 2ª edição em 2008), restabeleceu o texto original, as fotografias e até mesmo a assinatura do grande iogue, modificados após sua morte, em 1952. Além do valor histórico e da beleza do projeto gráfico, esta edição torna novamente acessível ao público o texto de Yogananda exatamente como ele escreveu, sem qualquer tipo de alteração ou acréscimo.

Nova tradução
A nova tradução de Antonio Olinto (da Academia Brasileira de Letras) e Lucia Sweet-Lima recupera plenamente o tom espirituoso do autor. A nova tradução das poesias por Luiz Carlos Lisboa, laureado com o Prêmio Jabuti de Literatura, traz pela primeira vez para a língua portuguesa todo o lirismo e sutileza de um dos grandes mestres do hinduismo.

Na versão original, uma lenda entre os livros de espiritualidade
Na sua versão original, "Autobiografia de um Iogue" tem, ao que tudo indica, um longo trajeto pela frente junto ao público que o consagrou como uma lenda entre os livros sobre espiritualidade.
 
 

Tomaz Lima

“A Lótus do Saber tem o prazer de publicar, pela primeira vez em língua portuguesa, o texto original desta importante obra sem as centenas de modificações, acréscimos e omissões feitos após a morte do autor.
    Publicado em 1946 e recebido com entusiasmo pela crítica, este livro é uma bem-humorada e abrangente introdução à ioga. É especialmente fascinante o relato feito por Yogananda dos poderes iogues, que surgem com o despertar da espiritualidade.
    Restabelecemos as fotografias originais e a assinatura do grande iogue, surpreendentemente também modificada quase vinte anos após a sua morte, ocorrida em 1952. O autor, em vida, sempre escreveu Paramhansa sem o “a”. A grafia correta porém é Paramahansa. Esta divergência nos remete ao caso de outro grande mestre do hinduísmo, Ramana Maharishi, que escrevia Maharshi, sem o “i”. Qualquer que tenha sido a razão para que o mestre adotasse essa grafia, não passou pela cabeça de ninguém modificar a sua assinatura.
    O empenho em resgatar o livro de Yogananda exatamente como ele o escreveu reflete, por parte de todos os que se interessaram em promover o reencontro entre o grande iogue e aqueles que se sentem atraídos pelo seu legado não-sectário, a preocupação de manter intocado o seu conteúdo extraordinário.
    Este livro não seria possível sem a dedicação de Lucia Sweet-Lima. Aproveito também para agradecer a todas as pessoas que contribuíram para que este grande clássico da espiritualidade fosse publicado. Não posso deixar de citar, especialmente, Antonio Olinto e Luiz Carlos Lisboa.
    Esta nova tradução, que encantará o leitor, recupera o tom alegre e espirituoso do autor, que, parafraseando São Francisco de Sales, costumava dizer: “um santo triste é um triste santo”

27 de janeiro de 2012




Thomas Mann, laureado com o Prêmio Nobel
“Este renovado contato com o universo dos iogues, sua disciplina espiritual e sua superioridade mental sobre a realidade material, foi bastante esclarecedor. Sou-lhe grato por revelar-me algo a respeito dessa fascinante esfera de conhecimento.”

W.Y. Evans-Wentz
“Por ser o relato de um testemunho ocular das vidas de santos hindus dos tempos modernos e de seus poderes extraordinários, o livro apresenta valor oportuno e intemporal. Este incomum documento biográfico é, certamente, uma das maiores revelações jamais publicadas no Ocidente sobre o alcance da mente e do coração hindus e sobre a riqueza espiritual da Índia.”

Amelita Galli-Curcci
Histórias supreendentes e verdadeiras sobre santos e mestres da Índia, com importantes explicações de fenômenos que ultrapassam os limites da vida física, surgem da vigorosa pena de Paramhansa Yogananda. Seus ensinamentos, que harmonizam a eficácia material do Ocidente com a eficiência espiritual do Oriente, meu marido e eu temos o prazer de estudar há vinte anos.”

John Herbert, autor e editor francês
“A autobiografia de Yogananda preenche uma importante lacuna na literatura sobre a yoga disponível aos leitores ocidentais. Neste livro encontramos, finalmente, o relato autêntico de um verdadeiro iogue a respeito dos chamados poderes sobrenaturais — na realidade muito naturais — adquiridos por esses nossos irmãos iogues, assim como uma visão completa de suas origens espirituais. Este livro supera definitivamente quaisquer descrições similares produzidas por jornalistas e escritores ocidentais.”

Ruth St. Denis, famosa bailarina que visitou a Índia
“Depois de horas de puro deleite, terminei a leitura do ‘Autobiografia de um Iogue’. A mente do autor é extraordinária e sua vívida e inspiradora autobiografia alcança, simultaneamente, dois continentes.”

Também de Yogananda:
Afirmações Científicas de Cura

Ouça trechos dos Cantos Cósmicos de Yogananda por Tomaz Lima, o Homem de Bem, o Editor da Lótus do Saber.

CD Céu Azul
CD Além dos Sonhos


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